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quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Conheça os benefícios do mineral: MAGNÉSIO

 
O magnésio é um mineral essencial para o corpo humano, necessário para mais de 300 processos biológicos. Considera-se que esse mineral é um oligoelemento crucial e essencial para o bem-estar, saúde física e mental.
Estresse emocional e o álcool são os dois caminhos que mais levam a deficiência de magnésio. Além disso, excesso de exercícios físicos associado ao estresse, podem reduzir bastante as reservas desse mineral em nosso organismo.
Encontra-se o mineral nos nossos ossos e em tecidos moles. A maior concentração está nos músculos esqueléticos, seguido do fígado, coração e pâncreas. Vale ressaltar que o magnésio é o elemento chave do metabolismo celular.
A deficiência de magnésio pode deixar a pessoa excessivamente ansiosa e de “pavio curto”, ou seja, irritada com muita facilidade. Alem disso, adultos podem sofrer com tremores musculares, perda de memória, déficit de concentração, apatia e depressão. Crianças podem até tornarem-se hiperativas. Sendo assim, pode-se dizer que o magnésio ajuda a “acalmar os nervos” e melhorar a concentração em pessoas ansiosas. Outros sinais ligados à deficiência do mineral, é a transpiração excessiva, mesmo quando submetido a pouco esforço e odor desagradável do corpo.
  Uma das principais funções desse mineral é prevenir o acúmulo excessivo de cálcio nas células e articulações. Pessoas que sofrem da deficiência, possivelmente apresentam excesso de cálcio nos tecidos e ossos, além de musculos mais tensos, levando a reflexos hiperativos.
O acúmulo de cálcio e consequente falta de magnésio, também pode ser perigoso para o sistema cardio-vascular. Pesquisas mostraram que essa deficiênciade magnésio é encontrada em individuos que sofreram de ataque cardíaco sistêmico e também está associada a glicemia e coleterol elevados.
As cãimbras, principalmente noturnas e presentes até mesmo com pouco esforço, é, também, um dos sinais de níveis baixos do mineral. Esse fato é bastante comum em atletas, sendo que as mãos e os pés são os mais afetados. Como o magnésio também é o responsável por manter o balanço entre os fluidos do meio intra-celular e extra-celular, a deficiência do mineral pode levar ao aumento da retenção hídrica.
A frequência urinária é outro marcador para apontar a deficiência de magnésio do nosso corpo. Isso porque os músculos que circundam a bexiga não relaxam, assim não conseguindo segurar o volume de urina. Nota-se que, mesmo com pouca produção de urina, as pessoas sentem frequente urgência para urinar.   
A insônia é outro marcador importantíssimo relacionado a deficiência. Essas pessoas apresentam dificuldade para dormir e sono muito leve. Ressalta-se que o estresse está totalmente ligado ao sintoma.
Alimentos ricos em fitato (ácido fítico contido nas sementes), interferem na absorção de magnésio, uma vez que se ligam ao mineral no intestino, impedindo sua absorção. Fontes desses alimentos são os cereais e os grãos. Porem, vale ressaltar que esses alimentos podem interferir na absorção uma vez se tratando de excessos e daqueles indivíduos que já sofrem algum grau de deficiência.
Por fim, podemos encontrar esse mineral nas frutas e hortaliças como: abacate, banana, beterraba, grão-de-bico, feijão, ervilha, mandioca (raiz), quiabo, fécula de batata, uva passa, algas marinhas, soja, espinafre e couve. Alem dos grãos e derivados como: granola, aveia (grãos inteiros), arroz integral, farelo de arroz, farinha de centeio, farelo de trigo, gérmen de trigo, farinha de trigo integral, massas preparadas com trigo integral e etc.

Rebecca Boubli
CRN/1 - 7311

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Vigorexia: um transtorno em ascensão



A vigorexia, também chamada de transtorno dismórfico muscular, ocorre quando a intensidade de exercicio fisico praticado por um indivíduo excede a sua capacidade de recuperação. É somado, também, ao fato de apresentar uma auto-imagem distorcida, por meio de um quadro psicologicamente patológico.

A prevalência da Vigorexia afeta com maior freqüência homens entre 18 e 35


Indivíduos que sofrem desse distúrbio, são pessoas que mesmo fortes fisicamente, visualizam- se “fracos e pequenos” ao se olharem no espelho. Esse transtorno ocorre de maneira similar aos indivíduos acometidos a anorexia, que ao se visualizarem, sempre consideram-se acima do peso.
Porém, ainda não foi reconhecida como doença, e este ainda é um quadro não validado nem presente em diagnósticos de psiquiatras.anos, mas pode também ser observada em mulheres, sendo expressa por fatores socioeconômicos, emocionais, fisiológicos, cognitivos e comportamentais.

A sociedade exerce forte pressão sobre a estrutura corporal de indivíduos de ambos os sexos. Enquanto para mulheres o corpo magro é o que representa sua aceitação na sociedade, para homens este padrão corresponde a músculos cada vez mais desenvolvidos. Port

anto, um dos principais fatores causais de alterações da percepção da imagem corporal é a imposição, pela mídia, sociedade e meio esportivo, de um padrão corporal considerado o ideal, ao qual associam o sucesso e a felicidade.

Dessa forma, atualmente, observa-se grande interesse pela nutrição aplicada ao esporte e a busca pelo sucesso por esses indivíduos, que se preocup

am de maneira anormal com sua massa muscular, levando ao excesso de levantamento de peso, prática de dietas hiperprotéicas, hiperglicídicas e hipolipídicas, associadas ao uso indiscriminado de suplementos protéicos, além de muitas vezes, consumo de esteróides anabolizantes.

Constantemente, treinadores e atletas buscam estratégias alimentares capazes de melhorar o desempenho e aumentar o rendimento físico. Porém, ainda há desinformação, tanto dos desportistas e atletas quanto de seus treinadores, que normalmente prescrevem e assumem responsabilidades dietéticas, levando ao comprometimento da saúde do atleta e ao alcance de metas inadequadas de peso corpóreo, com o mínimo de percentual de gordura corporal.


Diante disso, a dieta rica em carboidratos e proteínas e o consumo exacerbado de suplementos protéicos podem ocasionar muitos transtornos metabólicos aos indivíduos, afetando os rins, a taxa de glicemia e o colesterol do indivíduo.

O tratamento da vigorexia iguala-se ao tratamento dos transtornos alimentares, por se enquadrar como tal. Porém, não há uma descrição de tratamento e nem uma dietoterapia, já que consiste em uma síndrome psicológica.

Alguns sintomas da vigorexia são:

· Fadiga constante;

· Dores musculares extremas e persistentes;

· Batimentos cardíacos acelerados, mesmo em repouso;

· Maiores riscos de infecções (Diminuição do sistema imunológico);

· Irritabilidade e depressão;

· Maiores riscos de lesões musculares;

· Insônias;

· Redução do apetite;

· Perda de peso;

· Redução da libido.

Uma terapia nutricional adequada está associada à níveis adequados de carboidratos, proteínas e lipídeos, dentro dos objetivos que o indivíduo procura e corres

pondente às necessidades dele. Caso o indivíduo faça uso de esteróides anabolizantes, sua interrupção deve ser sugerida imediatamente.

O tratamento psicológico inclui a identificação de padrões distorcidos de percepção da imagem corporal, identificação de aspectos positivos da aparência física, abordando e encorajando atitudes mais saudáveis, e enfrentando a aversão de expor o corpo.



Nathália Mancini – CRN/1 – 7310

Rebecca Boubli – CRN/1 - 7311



sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Triptofano: uma fonte de bem estar

O L-triptofano é um aminoácido conhecido por ser precursor do neurotransmissor serotonina. Esta, por sua vez, é responsável por liberar hormônios que controlam o sono e o apetite. Daí o motivo de ser chamado de “neurotransmissor da felicidade”. Já que alivia os sintomas de depressão, insônia, ansiedade e quadros de mau humor.
Porém, para que o triptofano tenha uma melhor eficácia e consiga atingir o cérebro, é necessário que haja um aporte adequado de carboidratos e algumas vitaminas do complexo B, como B6, B12 e ácido fólico.
A partir daí, é fácil entender porque em períodos de tensão pré menstrual (TPM) as mulheres desejam tanto comer doces e massas (carboidratos), uma vez que nesta fase, os níveis de serotonina estão fisiologicamente mais baixos que o normal.
Indivíduos com depressão grave também possuem uma diminuição dos níveis de triptofano no sangue, podendo apresentar sintomas como agressão, bulimia e até mesmo desejos de morte.
Alguns alimentos podem ajudar a aumentar a quantidade de triptofano que atinge a barreira cerebral. Estes são aqueles ricos nas vitaminas já citadas e aqueles que naturalmente já possuem quantidades significativas de triptofano. Alguns exemplos são: leite e derivados, cereais integrais, banana, feijão e abacate.