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quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Os efeitos da vitamina C

Alguns animais são capazes de produzí-la. Porém, isto não ocorre com nós humanos. Isso porque nos falta a enzima que participa da fase final de sua formação. Portanto, é necessária uma ingestão regular desta vitamina.

Em sua forma natural (encontrada em frutas, verduras e legumes), há uma menor produção de radicais livres (ascorbil), o que torna sua ingestão por meio dos alimentos mais benéfica quando comparada às formas sintéticas.

O papel da vitamina C no organismo é muito amplo. Porém, algumas ações são importantes de serem lembradas.

A vitamina C atua como um importante antioxidante que, ao reduzir algumas moléculas, diminui os radicais livres produzidos em diversas reações fisiológicas.

Sabe-se, porém, que tais radicais são de extrema importância em algumas situações, como para a respiração e a recuperação após o exercício, entre outros. Dessa forma, verifique com seu nutricionista a real necessidade de lançar mão desta vitamina e a dosagem correta para você.

Cuidado: altas doses (acima de 1g/dia) podem levar a um efeito não desejado, com o aumento da concentração de radicais livres circulantes e da carga oxidante. Se deseja um efeito antioxidante, fracione a dosagem em 3 tomadas ao dia.

A vitamina C também possui participação na formação do colágeno (juntamente com outros nutrientes), na produção de alguns hormônios (pessoas estressadas tendem a depletar os níveis de vitamina C) e como antialérgico.

Consuma, então, alimentos que contenham doses de vitamina C. Lembre-se que as fontes alimentares são melhores do que suas formas sintéticas. Voce pode obter boas concentrações no caju amarelo, na couve, no pimentão, no tomate, na goiaba, na acerola e na laranja, por exemplo.


Nathália Mancini
CRN/1 - 7310



terça-feira, 6 de dezembro de 2011

O papel da alimentação no processo de envelhecimento

Estamos vivendo um processo de transição da estrutura etária no Brasil. O País tem, aos poucos, aumentado o numero de pessoas idosas devido ao aumento da expectativa de vida. Mas o que vemos hoje?

Uma grande quantidade de idosos carregando para lá e para cá suas malas com dezenas de remédios para atender as doenças que assolam a idade. Será que a velhice que tanto queremos tem como sombra o alto custo dos remédios e todos seus efeitos secundários à saúde?

Estudos científicos mostram que a alimentação e o estilo de vida têm forte poder na desaceleração no processo do envelhecimento, na manutenção da saúde física e mental e na melhora da resistência às doenças.

Há grande diferença entre os processos de envelhecimento cronológico e envelhecimento fisiológico, isto porque ao longo do tempo, podemos estimular nossos órgãos de forma não interessante e, assim, acometê-los de maneira precoce, exacerbando, diminuindo ou eliminando sua capacidade de funcionamento.

A alimentação deve trabalhar de forma a proporcionar nutrientes adequados para as reações químicas que ocorrem constantemente em nosso corpo.

A deficiência de certos nutrientes pode levar a uma alteração na produção de hormônios, aumento da gordura corporal, aumento de radicais livres, fadiga de órgãos e, conseqüente, e aceleração do envelhecimento. Cereais integrais são ricos em selênio, cobre, manganês e vitaminas C. Importantes antioxidantes e participantes na produção do colágeno.

Alimentos ricos em fibras têm um papel importante no processo de envelhecimento. Estes proporcionam uma liberação de insulina mais lenta, o que vantajoso para quem quer manter a saúde e desacelerar o envelhecimento. Além de evitar sobrecarga do pâncreas.

Envelhecer é um processo natural que é influenciado por vários fatores, dentre eles a nutrição do corpo. Uma vez que este é feito de processos químicos, devemos estar atentos ao que ingerimos para que todas as reações possam ocorrer de maneira adequada e, assim, o envelhecimento aparecerá de maneira lenta e, acima de tudo, sem complicações.


Nathália Mancini

CRN/1 - 7310