sexta-feira, 6 de julho de 2012

Barra de Proteína Caseira

Se cansou das barras de proteínas que tem no mercado??
Experimente fazer a sua!






INGREDIENTES

MEDIDA
Aveia em flocos

2 xícaras de chá
Farinha de aveia

2 xícaras de chá
Whey Protein (sabor a gosto)

1  xícara de chá
Ovos

5 unidades
Leite integral ou desnatado

1 caneco
Farinha de trigo integral

1 xícara de chá
Castanhas

100g
Cacau em pó

A gosto
Essência (sabor a gosto)

A gosto
MODO DE PREPARO

Bater as castanhas no liquidificador até que fiquem bem trituradas;
Misturar todos os ingredientes até que a massa fique consistente;
Untar uma bandeja pequena com manteiga;
Separar a massa em partes iguais;
Tampar com papel alumínio;
Colocar na geladeira;
Esperar até que fiquem durinhas.
Servir.





Nathália Mancini
CRN/1 - 7310

Equipe IBNI

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Diabetes mellitus: Uma doença silenciosa




O diabetes mellitus se constitui em um transtorno do metabolismo, consequente da falta de insulina ou à sua inadequada utilização pelos tecidos, o que se traduz na elevação da taxa de glicemia.

O hormônio insulina é o grande responsável por colocar a glicose, vinda da alimentação, para dentro das células. Cada vez que nos alimentamos, o recrutamos para baixar a glicose do sangue. Isto ocorre várias vezes ao dia, diversas vezes ao mês, e incontáveis vezes ao ano. Ano após ano.

Para ser mais simples, este órgão é intensamente utilizado ao longo da vida, trabalhando de forma muito acentuada até sua completa exaustão. Comprometendo a produção de insulina.

No diabetes tipo 2, essa inadequação da insulina se origina de um constante hábito alimentar desfavorável, entre outros fatores, como o estresse, que levam a fadiga (cansaço) do pâncreas (órgão produtor deste hormônio).

Todos os tecidos do organismo são afetados, em maior ou menor grau, em decorrência de alterações causadas pelo diabetes. Entretanto, as lesões em alguns órgãos são mais frequentes ou mais graves: o rim, o coração, a retina e o sistema arterial periférico, por exemplo.

Sabe-se, hoje, que as complicações do diabetes são acentuadas por uma imensa produção de estresse oxidativo (radicais livres), além dos AGES (marcadores inflamatórios). O que pode aumentar os efeitos danosos da doença.



 A ALIMENTAÇÃO

Embora a alimentação dos indivíduos diabéticos deva ser estabelecida individualmente, em relação à qualidade/quantidade dos alimentos, alguns cuidados podem ser amplamente utilizados, pois são essenciais para a manutenção da glicose sanguínea:

1.      Evitar o consumo de açúcar e farinha branca, o que inclui produtos alimentícios que os contenha, como biscoitos, macarrão e pães simples, bolos, refrigerantes, lasanhas, etc.

2.      O fato de um alimento ser diet, não quer dizer que ele não contenha açúcar. O termo diet é usado para designar a retirada total de um certo ingrediente do produto. Podendo este ingrediente ser ou não, o açúcar.


3.      O consumo de fibras tem papel fundamental na manutenção da glicemia;

4.      Os temperos naturais podem ser utilizados sem restrição, pois possuem propriedades terapêuticas no controle da doença.


A alimentação do diabético nada mais é do que a alimentação que qualquer indivíduo deveria ter. Com adequada constituição de alimentos antioxidantes, antiinflamatórios, vitaminas e minerais, consumo adequado de carboidratos, com prioridade naqueles que liberem a glicose de forma lenta na corrente sanguínea, além de outras estratégias utilizadas por nutricionistas, que são eficazes quanto ao tratamento desta patologia.


Nathália Mancini
CRN/ 1 – 7310

Equipe IBNI

sexta-feira, 29 de junho de 2012

A ação calmante da camomila


Seu nome científico, Matricaria chamomilla ou Matricaria recutita, dependendo de sua origem, deriva de uma palavra em latim, mater ou, então, matrix, que significa útero, por ser muito utilizada em doenças femininas. Era assim que os gregos se referiam a esta planta, devido a seus poderes curativos e cicatrizantes.

Sabe-se, hoje, que a camomila possui uma séria de ações sobre o organismo. Não só a função curativa (carminativa: cicatrização de mucosas), mas também possui propriedades antiespasmódicas, antiinflamatórias e até calmantes do sistema nervoso central.

Esta última propriedade tem sido amplamente estudada em humanos. Pesquisas buscam saber se a planta pode ser utilizada em casos de ansiedade, uma vez que possui efeitos ansiolíticos (calmante) sem ação sedativa. O que poderia ter efeitos eficazes em alguns casos de inquietação e estresse.

Por sua ação carminativa, pode ser utilizada em casos de gastrite. Esta regenera a mucosa gástrica, porém não repara a causa do problema. É utilizada somente como um auxiliar no tratamento.

Estudos têm mostrado também sua capacidade de inibir o crescimento de certas bactérias patogênicas intestinais, além de ótimos resultados em crises alérgicas.

Para fazer uso desta planta, pode-se fazer o uso da infusão, além das formas de extrato e tintura. Porém, como todo alimento, produto alimentício e chás, pode não apresentar um efeito positivo para todos.

Portanto, consulte seu nutricionista e verifique a melhor indicação para seu caso. Lembre-se que somos individuais e o que o remédio para uns, pode ser veneno para outros. Podem ocorrer efeitos colaterais. Como todo chá, gestantes não devem consumir. 






Nathália Mancini
CRN/1 - 7310

Equipe IBNI

terça-feira, 26 de junho de 2012

Panqueca de Batata doce




Uma receita super simples para quem não quer lanches de alto índice glicêmico!


INGREDIENTES

MEDIDA CASEIRA
Batata doce (ponto firme)

2 e ½ colheres de servir (100g)
Ovo

2 unidades inteiras
Claras

2 unidades
Canela

1 colher de sobremesa
Açúcar mascavo orgânico

1 colher de sobremesa
MODO DE PREPARO

1 - Bater tudo no liquidificador, com exceção da canela.
2- Untar a frigideira com manteiga.
3- Despejar a quantidade da massa na frigideira.
4- Polvilhar a canela.
5- Rechear a gosto.
6- Servir





Nathalia Mancini 
CRN/1 - 7310


Equipe IBNI


sexta-feira, 22 de junho de 2012

AQUELA RECEITINHA DELICIOSA PARA O FINAL DE SEMANA!!

FEIJOADINHA SAUDÁVEL COM TOQUE VEGETARIANO 



INGREDIENTES
MEDIDA CASEIRA
MEDIDA
Funcho (erva-doce)
1 xícara com talos e folhas

Feijão azuki
2 xícaras

Oleo de gergelim tostado
2 colheres de sopa

Sal marinho
1 colher de chá

Missô
1 colher de sopa

Shoyu
1 colher de sopa

Barbana
3 raízes finas e cortadas em pedaços

Tofu
2 fatias cortadas em cubos

Alga kombu
6 pedaços

Cebolinha verde
1 maço

Cebola
1 unidade media

Louro
4 folhas

MODO DE PREPARO
Deixar o feijão e a alga de molho na véspera. Ferver numa quantidade suficiente de água que permita um excesso de 1 centímetro sobre o feijão e colocar o sal apenas quando a água atingir estiver quente. Acrescentar o funcho, o louro, a bardana, depois retirar a alga do feijão, cortar em quadradinhos e devolver à mistura. Cozinhar por 40 minutos na panela de pressão ou uma hora na panela comum, em fogo lento. Desligar o fogo e esperar sair a pressão. Num recipiente à parte, dourar a cebola no óleo de gergelim, acrescentando no final a cebolinha e o shoyu. Despejar uma concha do feijão cozido nesse refogado, misturar bem e devolver tudo à panela. Acrescentar o tofu e um copo grande de água, tampar novamente a panela e cozinhar por mais 30 minutos em fogo lento. Desligar, deixar a pressão sair, acrescentar o missô previamente dissolvido num pouco de água e misturar bem. Deixar descansar por alguns minutos e servir, acompanhado de couve mineira refogada, uma farofa levar de farinha de mandioca tostada e cebola.

Rebecca Boubli CRN/1 - 7311