O cortisol é um dos hormônios finais
produzidos neste eixo pela glândula adrenal (ou suprarrenal). Considerado o hormônio
do estresse, é liberado quando o corpo sente-se diante de uma situação de fuga
e emergência. Assim, ele influencia no aumento de glicose no sangue e da
pressão arterial, visando aumentar a energia disponível. Por isso, é
extremamente importante para o estado de sobrevivência do corpo.
O CORTISOL SÓ PASSA A SER O VILÃO DA HISTÓRIA QUANDO O ESTRESSE
TORNA-SE CRÔNICO
Uma vez que o estresse é agudo e
pontual, o hormônio cai a seus níveis de normalidade. Porém, quando esta fase
se estende por um período maior e crônico, os problemas ocasionados pelo
cortisol começam a aparecer.
O ESTRESSE ENGORDA?
Cientistas atestam que sim. Estudos
referiram um aumento dos níveis de gordura abdominal em indivíduos com aumento
na secreção de cortisol.
O aumento da gordura central está
diretamente relacionado com a diminuição da tolerância à glicose. Ou seja, o
aparecimento de diabetes tipo 2, além de problemas cardíacos.
Indivíduos mais estressados
possuem uma hipersecreção de cortisol durante todo o dia, leva a um trabalho
exaustivo da glândula secretora, a adrenal, até que esta entre em fadiga
(cansaço). Até este quadro, alguns outros hormônios ficam diretamente alterados
no corpo. Isto ocorre com o hormônio chamado neuropeptídeo y, que está
relacionado com o aumento da fome. Assim, sua estimulação aumentada causa uma
sensação diminuída de saciedade e aumento da vontade de mastigação. Principalmente
por alimentos que elevam a serotonina, como os doces e chocolates.
Além, disso, a liberação crônica deste
hormônio também ativa um alarme no organismo, chamado PPAR gama, que aumenta o
numero de células de gordura.
O CORTISOL ELEVA-SE TAMBÉM EM INDIVÍDUOS IRRITADOS, ANSIOSOS, COBRADOS
NO SERVIÇO, E FISICAMENTE INATIVOS (SEDENTÁRIOS). ALÉM, DE PESSOAS QUE FICAM EM
LONGOS PERIODOS DE JEJUM (OS “PULADORES DE REFEIÇÃO”).
Comece o tratamento procurando
relaxar mais. Pratique atividade física sob a orientação de um profissional
capacitado e pergunte ao seu nutricionista sobre estratégias com alimentos e
fitoterápicos que estimulam a diminuição deste hormônio.
Além disso, mude pequenas atitudes em seu dia
a dia. Escute mais músicas que você goste, procure não de irritar com qualquer
situação e encare o estresse como uma doença danosa ao seu corpo.
Nathália Mancini CRN/1 7310
Rebecca Boubli CRN/1 7311
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