sábado, 5 de maio de 2012

FITOTERAPIA NO EXERCÍCIO



               A fitoterapia é caracterizada pela combinação de plantas em algum tipo de tratamento ou melhora de desempenho esportivo, por meio de substratos naturais, onde encontram-se os princípios ativos. Portanto, diferentes partes de uma mesma planta podem ser utilizadas de acordo com o objetivo teraupêutico. Eles têm funções importantes pela presença de fitoquímicos, vitaminas e sais minerais.
                A nutrição tem um papel fundamental na atividade física, pois ela tem a função de fornecer os nutrientes que atuarão como matéria-prima para as necessidades orgânicas do corpo que estão alteradas devido o estimulo de treinamentos intensivos. Dessa forma, os fitoterápicos visam melhorar a performance, uma vez que apresentam efeitos tanto imunoestimulantes quanto de adaptação.
                Quanto sua função adaptógena, pode-se dizer que estes possuem a capacidade de normalizar as funções do organismo após o estresse induzido pelo exercício.  Ou seja, aumentam a resistência física, química e biológica do indivíduo. Se tratando da imunoestimulação, essas substâncias podem atuar na melhora do sistema de defesa, principalmente em atividades de endurance, onde os atletas costumam sofrer um comprometimento da imunidade.
                Além disso, os fitoterápicos podem agir nas mudanças fisiólogicas que ocorrem durante o exercício atuando como antioxidantes e melhorando o trabalho psicomotor, lembrando que essas mudanças fisiológicas estão relacionadas à maior utilização de oxigênio, homeostase (equilibrio) e acúmulo de lactato. Portanto, esses produtos podem ser utilizados para a performance em endurance (maratona, ciclismo, natação e etc) e em atividades que induzam a hipertrofia muscular (bodybuilding, levantamento de peso e algumas categorias de luta).                      
                Faz-se ainda necessário trabalhos científicos a cerca da segurança de consumo de vários fitoterápicos, assim, estarão prontos à serem utilizados de forma a não causarem interferências com outros princípios ativos e medicamentos.

Nathália Mancini CRN/1 - 7310
Rebecca Boubli CRN/1 - 7311


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